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Quarta-Feira, 05 de Agosto de 2020
 

Tire suas dúvidas sobre as siglas dos investimentos - 30/07/20

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Se você é um investidor iniciante, você precisa se inteirar mais dos assuntos financeiros. O mundo dos investimentos é cheio de siglas e para investir corretamente é preciso entender a sua finalidade. Você sabe, por exemplo, o que é um plano gerador de benefício livre ou um certificado de depósito bancário? Bom, você deve conhecê-los pelas siglas PGBL e CDB.

Este artigo é próprio para você entender o significado e tirar suas dúvidas sobre as principais siglas do mundo dos investimentos. Isso vai lhe ajudar a investir corretamente nesse início e pode ter dar base para investimentos mais ousados no futuro.

Confira o significado e as definições das principais siglas dos investimentos abaixo:

CDB (Certificado de Depósito Bancário)

Conhecido como CDB, o certificado de depósito bancário é um dos principais investimentos em renda fixa do mercado. Para que você entenda, um CDB é um investimento que funciona de forma semelhante aos títulos do Tesouro Direto.

Se ao investir no Tesouro Direto, você está emprestando dinheiro para o governo e recebendo juros por ele (rentabilidade), no CDB você está fazendo a mesma coisa. A diferença é que em vez de emprestar para o governo, você está emprestando para um banco privado.

O CDB é um investimento de renda de baixo rendimento, ele é bastante indicado para investidores iniciantes que ainda não conhecem tanto o mercado porque é de baixo risco e rende mais do que a poupança.

LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio)

Tanto o LCI como o LCA são investimentos em renda fixa oferecidos por bancos privados, semelhante ao CDB. A diferença é que o dinheiro investido aqui é direcionado para investimentos imobiliários e do agronegócio. A vantagem desse tipo de investimento sobre o CDB é que não há cobrança de imposto de renda (IR) sobre o rendimento.

PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)

VGBL e PGBL são as siglas dos tipos principais de planos de previdência privada. Estes investimentos são usados por pessoas com o intuito de formar um complemento para a aposentadoria. Assim, você pode começar a investir enquanto está trabalhando e terá uma renda extra para complementar a sua aposentadoria do INSS no futuro.

A diferença entre o VGBL e o PGBL está na forma de tributação. No PGBL, o investidor pode deduzir até 12% de seus aportes anuais na declaração de imposto de renda. Esse modelo é indicado para quem faz a declaração completa de IR.

O VGBL é um plano onde a alíquota de IR só é cobrada em cima da rentabilidade, ou seja, a cobrança não atinge os aportes realizados, apenas os rendimentos. Esse modelo é mais indicado para quem faz a declaração simplificada de IR.

FGC (Fundo Garantidor de Crédito)

O FGC foi criado em 1994 logo após a implantação do Plano Real. Esse fundo foi pensado para aumentar a estabilidade do sistema financeiro brasileiro. O Fundo Garantidor de Crédito garante que os investidores não perderam o seu capital ou pelo menos, boa parte dele.

Caso o seu banco vá à falência, o FGC garante a devolução de seus investimentos até o limite de R$ 250 mil por investidor. Esse valor é suficiente para cobrir os pequenos e médios investimentos. O FGC não tem vínculo com o governo, ele funciona como uma instituição privada sem fins lucrativos que administra mecanismos de proteção de crédito.

FIA (Fundos de Investimentos em Ações)

O FIA trata apenas de ações em empresas, estes fundos têm o objetivo de diversificar os investimentos em renda variável e é uma boa alternativa para começar a investir na Bolsa de Valores.

Os investidores que apostam nestes fundos estão colocando seus recursos em ações de empresas de diferentes segmentos. Uma das características do FIA é que a gente centraliza os investimentos na Bolsa, colocando dinheiro no fundo podemos investir em diversas empresas diferentes.

Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia)

A Selic é a taxa básico de juros da economia brasileira. Por isso, ela é tão conhecida no mercado financeiro, sendo usada para calcular custos de financiamentos e rentabilidade de investimentos, por exemplo.
Esse sistema foi criado pelo governo federal e tem o intuito de controlar a emissão, a compra e a venda de títulos. A taxa Selic também possui relação direta com a inflação e pode afetar a economia nacional por completo afetando as taxas de juros e os preços de diversos produtos, por exemplo.

IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)

O IPCA é um dos principais índices da economia brasileira. Ele é calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Esse índice ajuda a dar um panorama completa sobre o poder de compra da população em todo o país, região por região e é bastante importante para medir a inflação do país.

Fonte: http://www.onze.com.br/blog/pgbl/



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