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Quarta-Feira, 27 de Maio de 2020
 

O que muda no sistema bancário em tempos de home office? - 22/05/20

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*Por Jorge S. Camargo

Desde o início do mês de março, quando foram identificados os primeiros casos de contaminação pelo coronavírus, autoridades e governos responsáveis passaram a adotar medidas drásticas, a fim de reduzir aglomerações e forçar o achatamento da curva. Como método principal e certamente mais impactante para a realidade da população brasileira, o decreto de quarentena temporária foi adotado pela grande maioria dos estados nacionais. Setores de comércio ou varejo, por exemplo, não podem abrir as portas para os consumidores, enquanto atividades consideradas essenciais tem respaldo governamental para continuar os serviços.

No segmento bancário, mostrou-se imprescindível uma adaptação abrangente quanto à segurança e bem-estar de funcionários e clientes. Rotatividade de acordo com grupos de risco, limite de ocupantes, restrições de horário e até o fechamento de agências representaram as movimentações de líderes e gestores de um setor fundamental para o país. É sempre importante relembrar a conscientização como combustível primário para qualquer tomada de decisão, afinal, a vida humana deve ser preservada e classificada com seu devido valor.

Outra decorrência da situação atual que carece de uma atenção especial é a prática do trabalho remoto. Alternativa acessível às instituições financeiras, surge como uma forma efetiva de obedecer ao protocolo de distanciamento social sem grandes prejuízos e entraves produtivos. Para se ter uma dimensão, no início de abril, estimou-se que cerca de 51% da categoria bancária passou a trabalhar em casa.

Pensando nisso, preparei um artigo voltado para os principais tópicos que envolvem o processo de adequação de etapas e serviços financeiros, bem como ferramentas capazes de facilitar essa transposição. Acompanhe!

Com os clientes em casa, inovar é preciso

Um ponto de compreensão que deve direcionar a mentalidade de instituições financeiras é o fato de que seus clientes, majoritariamente, estão igualmente inseridos no contexto de quarentena e reclusão social. Mesmo se em algum caso, determinada instituição financeira ou bancária continua a oferecer atendimentos presenciais, é plenamente aceitável que o interessado busque meios mais seguros de aproveitar desses serviços. Essa lacuna pode ser preenchida pela automação bancária.

Transações acessíveis ao cliente final podem ser conduzidas pela alta acessibilidade e rapidez de canais como Internet Banking, Mobile Banking e APP Banking, entre outras ferramentas extremamente úteis em períodos tão adversos. À figura de liderança, ter uma mentalidade orientada à inovação é um preceito indispensável para quem almeja caminhos seguros em meio à crise provocada pelo COVID-19.

Otimização de atividades é objetivo alcançável

No âmbito interno, que apesar do contraste preso ao termo, influencia diretamente para a sustentação de uma comunicação externa consolidada, assim como serviços transformadores aos clientes, a automação bancária impacta na gestão em sua totalidade, gerando uma série de benefícios indispensáveis hoje em dia. Atuando no sistema que formaliza uma gestão financeira e seus braços produtivos, a presença tecnológica concede agilidade a transações e minimiza a possibilidade de falhas críticas ocorrerem, ajudando a se construir uma cultura orientada à segurança informacional.

Projetar a infraestrutura do departamento ou instituição financeira visando as contribuições da transformação digital passa diretamente pela capacitação de uma equipe alinhada com novidades técnicas e automatizadas. Desmistificando alguns pensamentos, os dois fatores caminham juntos. Não se trata de substituir o material humano, pelo contrário, a assertividade da máquina possibilita o redirecionamento dos profissionais para funções mais complexas e subjetivas, que exigem uma sensibilidade estratégica.

Experiência do cliente e outros benefícios

Sob a tutela de ferramentas que possibilitam a personalização dos serviços, é possível transformar a jornada do cliente e garantir que ele usufrua de uma experiência positiva, mesmo à distância. A automação permite uma flexibilidade compatível com cenários imprevisíveis, unindo questões sensíveis de Customer Experience e a segurança de dados, que cada vez mais é discutida por quem se preocupa com o futuro fiscal de sua empresa.
Por fim, destaco que momento que vivemos é delicado, isso é indiscutível. E é responsabilidade de lideranças assumir essa noção para si, procurando opções viáveis e condizentes com a realidade de seu negócio. Investir em automação bancária não se limita a um ato de impacto técnico e operacional, trata-se de valorizar componentes humanos, internos e externos. As mudanças serão sentidas e servirão como ótimos pilares para a sustentação de um caminho seguro por esse período caótico.

Como sua instituição financeira tem se comportado em tempos de pandemia? Quais foram as mudanças na rotina empresarial? Participe do debate e faça essa reflexão!

*Jorge S. Camargo é Diretor de Automação Bancária e Prevenção a Fraudes da Orion, companhia provedora de soluções. Pós-graduado em Economia, com MBA em Tecnologia da Informação pela FGV, o executivo possui experiência de 25 anos no ramo de automação bancária.



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