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Telegram: conversa com vendedor de teste falso de PCR por US$ 600
Telegram: conversa com vendedor de teste falso de PCR por US$ 600

Preço dos certificados falsos de vacinação e de testes sobe 600% no mercado ilegal - 14/01/22

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A Check Point Research (CPR), divisão de Inteligência em Ameaças da Check Point Software Technologies, alerta para o ressurgimento de falsificação de certificados de teste e de vacinação em meio a uma nova onda de infecções impulsionadas pela variante Ômicron da COVID-19. Os “fornecedores” de certificados falsos aumentaram sua atividade nas últimas semanas, à medida que diversos países introduzem ou reforçam medidas para controlar a disseminação dessa nova variante.

A União Europeia tem um programa de passaporte COVID-19 em vigor desde julho de 2021, com muitas outras nações, incluindo alguns estados dos Estados Unidos, seguindo o exemplo. As viagens internacionais também se tornaram fortemente dependentes da vacinação ou do status do teste, com países endurecendo suas regras em torno da quarentena. Alguns países como Áustria e Alemanha, agora, exigem que pessoas vacinadas duplamente também apresentem um teste PCR/Antígeno negativo.

A alta transmissibilidade e a rápida disseminação da variante Ômicron, combinadas com questões relacionadas ao recurso e fornecimento do testes rápidos de fluxo lateral e de PCR, criaram uma nova lacuna no mercado que os fraudadores estão mais uma vez procurando explorar. De acordo com a Check Point Research (CPR), pelo menos um grupo que estava ativo durante a onda da variante Delta, e permaneceu em silêncio em outubro de 2021, ressurgiu para explorar a atual situação. Os clientes em potencial podem ser pessoas que testaram positivo, se recusaram a fazer o teste ou não estão dispostas a tomar a vacina, optando por pesquisar na Internet à procura de alternativas. Os usuários incautos também podem ser vítimas, sendo atraídos para domínios fraudulentos ou suspeitos enquanto procuram orientação e conselhos genuínos.

A CPR também descobriu um aumento dramático na quantidade de dinheiro nas transações por vacinação fraudulenta ou certificados falsos de teste. Logo após o anúncio inicial dos documentos de vacinação em 2021, os certificados de teste de PCR e antígeno falsificados eram normalmente vendidos por US$ 75 a US$ 100 (R$ 430,00 a R$ 572,00). Nesta última movimentação no mercado ilegal, esses mesmos certificados custam atualmente entre US$ 200 e US$ 600 (R$ 1.144,00 a R$ 3.432), representando um aumento de até 600%.

“Sem um sistema centralizado para certificação de testes e vacinas, é muito fácil para os golpistas explorarem a situação atual a seu favor. Isso é certamente o que estamos verificando aqui, com alguns grupos de fraudadores que estão inativos há meses ressurgindo para ‘colher frutos’ sobre o que puderem da mudança do cenário pandêmico”, comenta Liad Mizrachi, especialista em segurança da Check Point Software.

“Muitos países ao redor do mundo apertaram suas restrições, pedindo aos cidadãos que apresentem resultados negativos de testes ou prova de status de vacinação antes de serem autorizados a entrar em grandes locais e reuniões; e as viagens internacionais, mais uma vez, foram dificultadas devido ao aumento de casos. Isso, combinado com problemas de fornecimento de kits de teste e hesitação geral sobre as vacinas, criou uma tempestade perfeita para os golpistas. Eles estão mais uma vez operando com confiança silenciosa, como evidenciado pelo aumento ousado e dramático nos preços que estamos vendo no mercado ilegal. Os governos precisam se unir rapidamente para combater esse último aumento no mercado ilegal ou correm o risco de ver o número de documentos falsificados aumentarem nas próximas semanas e nos meses seguintes”, finaliza Liad Mizrachi.



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